quarta-feira, 7 de abril de 2010




Ilusõoes e fantasias.

Para o lado etéreo desviei minha sorte,
bem longe, tão distante da morte da vida,
Que as estrelas em ciranda, brincavam
com minha alma em felicidade adormecida...

Vagando sonolento em meus sonhos,
lá estava eu a balbuciar palavras fingidas...
a escutar minhas palavras delirando,
o que a morte ganhara com a vida...

E nos poucos instantes de lucidez,
minha alma em tua porta batia...
a te buscar minhas verdades insanas,
nas mentiras de tua vida vadia...

Me tocavas de dentro prá fora,
como a uma fera louca que rugia...
desdenhavas meu amor com despreso,
e me buscavas quando eu partia...

Era uma prova malvada, de pura covardia,
enquanto tu choravas
os perdões já manifetos... eu sofria...
mas não arredava os pensamentos,
que quando tu vinhas, eu ja me ia...

Sabendo que de incertezas oníricas,
já me bastavam meus dias...
e quando as noites chegavam,
na minha cama teu corpo não mais existia...

E foi-se as ilusões e fantasias...

Jorge Augusto. Em:07/04/2010.

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